Uma antiga melodia, que faz a apologia dos sentimentos patrióticos,na
voz de Fernando Farinha, conhecido desde criança, como "Miúdo da Bica"
fernando farinha - fado das trincheiras
O soldado na trincheira, não passa duma toupeira
Vive debaixo do chão.
Só pode ter a alegria de espreitar a luz do dia
Pela boca de um canhão.
Mas quando chegar a hora dele arrancar por aí fora
Ao som da marcha de guerra,
Seus olhos são duas brasas e as toupeiras ganham asas
Como as águias lá da serra.
Refrão :
Rastejando como sapos, com as fardas em farrapos
Pela terra de ninguém
Mas cá dentro o pensamento, corre mais alto que o vento
Quando pela nossa mãe.
E se eu morrer na batalha, só quero ter por mortalha
A bandeira nacional.
E na campa de soldado, só quero um nome gravado
O nome de Portugal.
Soldados da nossa terra, são voluntário da guerra
Que vêm bater-se por brio.
Raça de povo e de glória, que escreveu a nossa história
Nos mundos que descobriu.
Por isso a Pátria distante, brilha em nós a cada instante
Como a luz de uma candeia,
Que arde de noite e de dia no altar da Virgem Maria
Na igreja da nossa aldeia.
Os acordeonistas de antigamente,tiveram um grande papel, junto das populações. Muitas festas e casamentos, se fizeram graças aos acordeonistas.Portanto eles devem ser recordados e até homenageados.Muitos deles não tiveram automóvel.Deslocavam-se em transportes públicos, com o seu acordeão, numa bolsa de cabedal e também em bicicletas.José Ferreiro (Pai) no início dos anos 50, montou um motor na sua bicicleta e mais tarde já se deslocava numa motorizada.Outros tiveram melhores condições.
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