Festival da RTP de 1967
O Vento Mudou , por Eduardo do
Oiçam, Oiçam,
O vento mudou e ela não voltou
as aves partiram, as folhas caíram
Ela quis viver e o mundo correr
prometeu voltar se o vento mudar
E o vento mudou e ela não voltou
sei que ela mentiu, p´ra sempre fugiu
Vento, por favor, traz-me o seu amor
vê que eu vou morrer se não mais a ter
Nuvens tenham dó que eu estou tão só
batam-lhe á janela, chorem sobre ela
E as nuvens juraram e quando voltaram
soube que mentira, p´ra sempre fugira
Nuvens por favor cubram minha dor
já que eu vou morrer se não mais a ter
Oiçam, Oiçam, Oiçam, Oiçam, Oiçam
Os acordeonistas de antigamente,tiveram um grande papel, junto das populações. Muitas festas e casamentos, se fizeram graças aos acordeonistas.Portanto eles devem ser recordados e até homenageados.Muitos deles não tiveram automóvel.Deslocavam-se em transportes públicos, com o seu acordeão, numa bolsa de cabedal e também em bicicletas.José Ferreiro (Pai) no início dos anos 50, montou um motor na sua bicicleta e mais tarde já se deslocava numa motorizada.Outros tiveram melhores condições.
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